Os tropeiros que viajavam para o planalto goiano, passando por Minas Gerais, foram os maiores divulgadores dos poderes das águas da região. Estes tropeiros se demoravam no local porque já sabiam dos propriedades das águas curativas.
Assim começou, através desta gente simples, a divulgação do poder das águas. Em 1915, o médico italiano Francisco Antonio Tozzi, da comarca de Serra Negra, mudou-se para Águas de Lindóia e iniciou os estudos sobre as curas de doenças de pele e reumatismo. Turistas e cientistas chegaram de toda a parte. Hoje, a infra-estrutura da estância é ampla e variada.
Além de seus recursos termais, no município também encontram-se malharias e empresas de engarrafamento de água mineral. Destaca-se também o artesanato.